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Recomeçar


Recomeça...

Se puderes

Sem angústia

E sem pressa.

E os passos que deres,

Nesse caminho duro

Do futuro

Dá-os em liberdade.

Enquanto não alcances

Não descanses.

De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,

Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.

Sempre a sonhar e vendo

O logro da aventura

És homem, não te esqueças!

Só é tua a loucura

Onde, com lucidez, te reconheças...


Miguel Torga


Nome:
Local: Porto Alegre, RS, Brazil

Procurando respostas...

Zoundry Blog Writer

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30.3.11

A Morte E Pedro Bial

Collor, Sarney, Maluf, Barbalho, Jefferson, Valério…Bush, Bin Laden, Kadhaffi…e quem se vai é Alencar.

Isso nos faz pensar se, algumas vezes, a Morte não faz uma só pra sacanear.

Alguém pode avisar o Bial que agora ele tem um Herói de verdade pra homenagear?

28.3.11

Orelha

Um velhote entrou na sala de espera de um consultório médico.

Quando ele se aproximou da mesa da recepção, a recepcionista disse:


- Bom dia senhor, qual o seu problema?
- Meu problema é no pênis.

A recepcionista irritou-se:


- O senhor não devia dizer uma coisa dessas numa sala de espera tão
cheia! Causa embaraço aos outros presentes!


O senhor devia ter dito que estava com um problema na orelha, por
exemplo, e depois falar a verdade ao doutor, lá dentro do consultório.

O homem retirou-se da sala, esperou lá fora por alguns instantes e
depois entrou de novo!

A recepcionista sorriu e perguntou:


- Sim?
- Estou com um problema na minha orelha.

A recepcionista fez um aceno de aprovação e sorriu toda triunfante.

- E qual é o problema da sua orelha?
- Arde muito quando eu mijo.

23.3.11

Uma Lição De Obama A Lula E Dilma

Nos dois dias de visita ao Brasil, Barack Obama não disse em nenhum momento que é o primeiro negro a tornar-se presidente dos Estados Unidos. Nenhum. Discursou mais de uma vez, concedeu entrevistas, teve encontros formais, conversou informalmente com autoridades ou gente do povo sem fazer uma só menção ao fato histórico.
Se Lula e Dilma Rousseff assimilarem a lição, se ele parar de contar a cada palavrório a história do operário que virou presidente e ela deixar de repetir de meia em meia hora que nunca antes neste país houve uma mulher na Presidência da República, milhões de brasileiros vão considerar a viagem de Obama uma das mais produtivas de todos os tempos.

Celacanto Provoca Maremoto

Arnaldo Jabor

Há 35 anos, surgiu um estranho grafite nos muros do Rio: "Celacanto provoca maremoto". Como um peixe pré-histórico provocaria uma tsunami? O grafite virou um enigma, só decifrado anos depois: foi um jornalista, Carlos Alberto Teixeira, jovem na época, que inventou a frase célebre, tirada de um desenho animado (ironicamente) japonês: "National Kid". A frase não queria dizer nada e justamente por isso ficou famosa. Nós sempre queremos significados e explicações. Por isso estamos em pânico: que significado extrair de um acontecimento como o terremoto/maremoto do Japão? Nenhum. Não há nada complexo no fato; poderíamos buscar explicações históricas sociológicas, técnicas, em busca de responsabilidades e erros, até mesmo apontar o desejo dos japoneses de virarem um "super-ocidente", depois de Hiroshima.
O terremoto do Japão nos choca justamente porque não tem profundidade alguma. É tudo raso. Não houve erro. Não foi ninguém, a não ser a marcha tranquila da matéria se ajustando na crosta, ignorando-nos: os micróbios que a habitam. O 11 de Setembro já tinha subvertido nosso orgulho de engenharia triunfal e superioridade econômica. Osama bin Laden esmagou a potência fálica do capitalismo, como um "Godzilla" invisível. Ele criou quase um cataclismo "natural"; o 11 de Setembro, com sua violência crua, indiferente à identidade de suas vítimas, mimetizou a brutalidade cega de uma tsunami de Alá.
Por outro lado, o desastre japonês inverteu qualquer lógica na paisagem humana; todas as coisas ficaram "fora do lugar" e vimos que não há lugar certo para as coisas ficarem, não há paisagem racional: o navio em cima da casa, os edifícios afundando no mar, um manto negro de detritos flutuando calmamente sobre as cidades como se inunda um formigueiro ou se mata uma barata. Não foi Deus. Seria até bom que ele existisse, como no terremoto de Lisboa em 1755, quando mais de cem mil morreram dentro das igrejas cheias de fiéis. Era dia de Todos os Santos. Voltaire, em seu texto sobre o desastre de Lisboa, denunciou a brutalidade do "Criador vingativo". Mas a fé resistiu, porque ao menos eles sentiam na carne os "desígnios" divinos, que matam seus devotos, em vez do Nada. Ao menos havia um Ser querendo nos punir ou salvar, havia alguém preocupado conosco. Havia ainda alguma transcendência no horror. Hoje não há mais nada; a impressão é que "o sentido do acontecimento é o acontecimento não ter qualquer sentido".
Estamos famintos de transcendência, mas ela está rara - por isso a religião, drogas, autoenganos, magia. A banalização da morte precede grandes tragédias; mas o problema é que as tragédias é que estão ficando banais, tanto as naturais como as humanas. Qual a profundidade de homens-bomba se despedaçando por causa de um ser que não existe? Quem é o good guy e o bad guy numa guerra onde o inimigo quer morrer? Precisamos de agentes do mal, porque o mal moderno está autossuficiente, tem vida própria.
"O escândalo hoje em dia é que um mal imenso possa ser causado com uma completa ausência de malignidade, que uma responsabilidade monstruosa possa andar a par com uma total ausência de más intenções. O caráter inverosímil da situação é de cortar o fôlego. No mesmo instante em que o mundo se torna apocalíptico, e isto por culpa nossa, oferece a imagem de um lugar habitado por assassinos sem maldade e por vítimas sem ódio. Em nenhuma parte há traços de maldade, não há senão escombros. A ausência de ódio e ausência de escrúpulos serão uma coisa só. (...) Na atividade do mundo chamada "tecnologia" é que a história está acontecendo; a tecnologia virou o "sujeito" da história, na qual somos apenas "co-históricos." (Hannah Arendt e Gunter Anders, apud Jean Pierre Dupuy).
A própria confiança que o Ocidente tem na sua soberba tecnociência está em crise. Desconfiamos agora de sua infalibilidade com vexames sucessivos: óleo derramado, reatores invencíveis, aquecimento climático, destruição do ambiente, terrorismo com armas de destruição em massa.
Talvez a fome com que as nações ocidentais se lançaram, subitamente humanitários, para destruir o Kadafi e proteger a Líbia, mostre como precisávamos exibir nossa potência técnica e bélica, tão humilhada por catástrofes naturais e humanas. Estávamos precisando mesmo de um filho da p..., nítido, legítimo como Kadafi, espantosa caricatura do Mal - uma velha maluca de bigode e camisola.
O problema é que a tecnociência não nos brinda com transcendência alguma; ela é reta, finalista sem saber para onde, ela não tem alma ou sonhos éticos. Sempre que pensamos no futuro, pensamos no pior. O século XXI, cheio de promessas, até agora só nos decepcionou. Precisamos de uma ética política global - qual? Hoje, já há uma máquina de guerra se programando sozinha e nos preparando para um confronto inevitável no Oriente Médio. Já se ouvem os trovões de uma tempestade. Os mecanismos de controle pela "razão", sensatez, pelas "soft powers" da diplomacia perdem a eficácia. A época está ficando morta para palavras, na vala comum dos detritos humanistas. E a ciência não resolve o problema. No entanto, quando Hiroshima e Nagasaki foram derretidas como sorvete, a bomba americana foi considerada uma "vitória da ciência". O espetáculo luminoso de Hiroshima marcou o início da guerra do século XXI. Auschwitz e Treblinka ainda eram "fornos" da Revolução Industrial, mas Hiroshima inventou a guerra tecnológica, asséptica. A bomba A agiu como um detergente, um mata-baratas. As bombas americanas foram lançadas em nome da "Razão".
Nietzsche (quem sou eu para citá-lo?) sacou que temos de viver sem transcendência ou esperança, numa arte de viver além do bem e do mal. O mal atual não tem culpados.
Daí a oportuna lembrança do velho grafite carioca: o celacanto produziu o maremoto? Seria ótimo. Ao menos, teríamos um culpado...

O Telegrama

Dona Maria chega à casa da nora e encontra o filho saindo com as malas, furioso.
- O que aconteceu, ó, Joaquim?
- O que aconteceu? Pois aconteceu o seguinte, minha mãe: fui viajar e mandei um telegrama para a Livia avisando que voltaria hoje. Chego em casa e o que eu encontro? Ela com um sujeito! Os dois nus na cama! Nem mandando um telegrama ela me respeita mais! É o fim, estou a ir embora para sempre!
- Calma! - pede Dona Maria - Deve haver algo errado nessa história, a Livia jamais faria uma bobagem dessas! Espere um pouco que vou verificar o que se passou.
Momentos depois, Dona Maria Volta sorridente:
- Não disse que havia um equívoco, meu filho? A Livia não recebeu o seu telegrama.

21.3.11

Pensamento Do Dia

Antes do sexo te ajudam a tirar a roupa.

Depois, cada um se veste sozinho.

Moral da história: Quando você já tá fudido ninguém te ajuda…

2.3.11

Coincidência…

Um criador de galinhas vai ao bar local, se senta ao lado de uma mulher e pede uma taça de champagne.
A mulher comenta:
- Veja, eu também pedi uma taça de champagne.
- Que coincidência! - disse o criador. - Hoje é um dia muito especial para mim, por isso é que estou celebrando.
- Pra mim também, hoje é um dia muito especial! - disse a mulher. - Eu também estou celebrando.
- Que coincidência! - disse o homem.
Quando eles brindam, ele complementa?
- E o que você está celebrando?
- Meu marido e eu vínhamos tentando ter um filho e hoje meu médico ginecologista me disse que estou grávida.
- Que coincidência! - disse o homem - Sou criador de galinhas e durante anos minhas galinhas não eram férteis. Mas hoje elas estão pondo ovos fertilizados.
- Isso é maravilhoso! - disse a mulher - O que fez para que as galinhas ficassem férteis?
- Usei um galo diferente! - disse ele.
A mulher sorriu, brindou novamente e disse:
- Mas que coincidência!!!!!!

1.3.11

Exemplo De Vida

QUASE NO FIM DA LITURGIA DOMINICAL O SACERDOTE PERGUNTOU AOS FIÉIS, NA IGREJA: 

"QUANTOS DE VOCÊS CONSEGUIRAM PERDOAR SEUS INIMIGOS?"

A MAIORIA LEVANTOU A MÃO.
O SACERDOTE VOLTOU A FAZER A MESMA PERGUNTA E ENTÃO TODOS LEVANTARAM A MÃO MENOS UMA PEQUENA E FRÁGIL VELHINHA.

"DONA MARIAZINHA?  A SENHORA NÃO ESTÁ DISPOSTA A PERDOAR AOS SEUS INIMIGOS?"
"EU NÃO TENHO INIMIGOS!" RESPONDEU ELA, DOCEMENTE.
"DONA MARIAZINHA, ISSO É MUITO RARO!"  DISSE O SACERDOTE.

E PERGUNTOU:

" A SENHORA QUANTOS ANOS TEM  ? 

E ELA RESPONDEU:

"98 ANOS!" 

O PÚBLICO PRESENTE NA IGREJA LEVANTOU-SE E APLAUDIU A IDOSA, ENTUSIASTICAMENTE.

"DOCE SENHORA MARIAZINHA, CONTE-NOS COMO SE VIVE 98 ANOS E NÃO SE TEM INIMIGOS?"

A DOCE E ANGELICAL VELHINHA DIRIGE-SE AO ALTAR E DIZ EM TOM SOLENE, OLHANDO PARA OS FIÉIS EMOCIONADOS:

"PORQUE JÁ MORRERAM TODOS, AQUELES FILHOS DA PUTA!"